QUALIDADE - Produto paraibano começa a ganhar mercado e deve se tornar opção de renda para a região Pioneira no cultivo de morango no Estado, a cidade de Teixeira, no Sertão do Estado, aposta na produção do fruto para diminuir os índices de desemprego. Apesar do pouco tempo de cultivo – são cinco meses, desde a plantação de matrizes em fevereiro, até os primeiros frutos colhidos, no final de maio – o município, que possui condições ideais de clima e solo, já se destaca em todo o Nordeste. Na região, além de Teixeira, apenas Gravatá e Garanhuns, em Pernambuco, produzem morango.
“Queremos garantir o nome do nosso município como referência no processo produtivo de morangueiros em todo o Nordeste. Enviaremos o nosso projeto para o governo do Estado e o Sebrae, para firmarmos parcerias. O cultivo do morango deve ser bem planejado, desde o plantio até a colheita. Acredito que esse planejamento só pode ser bem-feito através destas parcerias. A região tem potencial. Procurarei aumentar ainda mais a produção para que o nome da Paraíba seja consolidado no setor”, declarou a engenheira agrônoma e vereadora de Teixeira, Kay France, idealizadora do projeto.A expectativa da engenheira é de que, até o final do ano, mais de 40 toneladas da fruta estejam sendo produzidas. Para ela, isso pode representar a solução do problema do desemprego na região. “O cultivo do morangueiro requer 70% de mão-de-obra, desde o plantio até a colheita. Creio que se a nossa expectativa se confirmar, estaremos resolvendo, pelo menos em parte, o problema da falta de emprego na cidade”, completou Kay. Atualmente, existem mais de 150 mil pés de morango nos dois hectares da plantação, que fica situado no sítio Poços de Cima, na zona rural de Teixeira. Mais de trinta pessoas estão envolvidas diretamente no cultivo e cada trabalhador ganha em média R$ 500. A estimativa da prefeitura da cidade é de que vários empregos diretos e indiretos sejam criados até o final do ano, com o aumento da produção. “O projeto é viável e será capaz de gerar bastante emprego e movimentar a economia da cidade”, disse Rita Nunes, prefeita de Teixeira.Uma parceria de sucesso já foi firmada com a distribuidora capixaba, Peterfrut. A empresa tem filial em Recife–PE e é a responsável pela maior parte da distribuição de morango na Região Nordeste. De acordo com Luís Carlos Secute, gerente comercial da Peterfrut, o morango de Teixeira é o melhor produzido em todo o Nordeste. “Apesar da produção ainda ser considerada nova, o morango da Paraíba já pode ser considerado a maior referência na região”, ressaltou Luís Carlos.
Clima frio contribui para produção O governo do Estado, através da Secretaria de Agricultura, reconhece o potencial do projeto e vê boas perspectivas para a expansão da produção. Para o secretário de Agricultura da Paraíba, Francisco de Assis Quintans, que já visitou a plantação, a iniciativa pode resolver, em parte, os altos índices de desemprego no Sertão paraibano. Ele reconheceu ainda o caráter inovador do projeto, que conta com diversos mecanismos tecnológicos. “A iniciativa é louvável. O projeto foi muito bem elaborado e os frutos são de ótima qualidade. A metodologia de irrigação é muito atraente e eficiente”, avaliou Quintans. Para o secretário, as boas condições climáticas e de terreno contribuem ainda mais para que o cultivo se consolide de vez no mercado nacional. “A região possui um clima favorável e uma excelente localização geográfica, além de possuir um solo areno-argiloso, rico em matéria orgânica e com boa drenagem. Pelo potencial da região e, em conseqüência, pela possibilidade de geração de emprego e renda, acreditamos no projeto e estamos prontos a ajudar no que tiver ao nosso alcance”, garantiu Francisco de Assis Quintans, que espera comunicação oficial da engenheira agrônoma, Key France, para que os recursos sejam garantidos.
“Queremos garantir o nome do nosso município como referência no processo produtivo de morangueiros em todo o Nordeste. Enviaremos o nosso projeto para o governo do Estado e o Sebrae, para firmarmos parcerias. O cultivo do morango deve ser bem planejado, desde o plantio até a colheita. Acredito que esse planejamento só pode ser bem-feito através destas parcerias. A região tem potencial. Procurarei aumentar ainda mais a produção para que o nome da Paraíba seja consolidado no setor”, declarou a engenheira agrônoma e vereadora de Teixeira, Kay France, idealizadora do projeto.A expectativa da engenheira é de que, até o final do ano, mais de 40 toneladas da fruta estejam sendo produzidas. Para ela, isso pode representar a solução do problema do desemprego na região. “O cultivo do morangueiro requer 70% de mão-de-obra, desde o plantio até a colheita. Creio que se a nossa expectativa se confirmar, estaremos resolvendo, pelo menos em parte, o problema da falta de emprego na cidade”, completou Kay. Atualmente, existem mais de 150 mil pés de morango nos dois hectares da plantação, que fica situado no sítio Poços de Cima, na zona rural de Teixeira. Mais de trinta pessoas estão envolvidas diretamente no cultivo e cada trabalhador ganha em média R$ 500. A estimativa da prefeitura da cidade é de que vários empregos diretos e indiretos sejam criados até o final do ano, com o aumento da produção. “O projeto é viável e será capaz de gerar bastante emprego e movimentar a economia da cidade”, disse Rita Nunes, prefeita de Teixeira.Uma parceria de sucesso já foi firmada com a distribuidora capixaba, Peterfrut. A empresa tem filial em Recife–PE e é a responsável pela maior parte da distribuição de morango na Região Nordeste. De acordo com Luís Carlos Secute, gerente comercial da Peterfrut, o morango de Teixeira é o melhor produzido em todo o Nordeste. “Apesar da produção ainda ser considerada nova, o morango da Paraíba já pode ser considerado a maior referência na região”, ressaltou Luís Carlos.
Clima frio contribui para produção O governo do Estado, através da Secretaria de Agricultura, reconhece o potencial do projeto e vê boas perspectivas para a expansão da produção. Para o secretário de Agricultura da Paraíba, Francisco de Assis Quintans, que já visitou a plantação, a iniciativa pode resolver, em parte, os altos índices de desemprego no Sertão paraibano. Ele reconheceu ainda o caráter inovador do projeto, que conta com diversos mecanismos tecnológicos. “A iniciativa é louvável. O projeto foi muito bem elaborado e os frutos são de ótima qualidade. A metodologia de irrigação é muito atraente e eficiente”, avaliou Quintans. Para o secretário, as boas condições climáticas e de terreno contribuem ainda mais para que o cultivo se consolide de vez no mercado nacional. “A região possui um clima favorável e uma excelente localização geográfica, além de possuir um solo areno-argiloso, rico em matéria orgânica e com boa drenagem. Pelo potencial da região e, em conseqüência, pela possibilidade de geração de emprego e renda, acreditamos no projeto e estamos prontos a ajudar no que tiver ao nosso alcance”, garantiu Francisco de Assis Quintans, que espera comunicação oficial da engenheira agrônoma, Key France, para que os recursos sejam garantidos.
Escrito por Tiago França